Mais de um ano após a tragédia, o SEF cancelou os contratos que tinha com a empresa de segurança Prestibel, cujos seguranças vão ser acusados de omissão de auxílio e ofensas à integridade física. Centros de detenção como aquele onde Ihor morreu passam, com a extinção do SEF, para tutela da PSP e GNR.

 

A novidade foi dada ao DN pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras em agosto, depois de o jornal ter mais uma vez questionado esta polícia sobre a manutenção de contratos com a empresa de segurança cujos funcionários geriam o centro de detenção do aeroporto de Lisboa onde morreu, a 12 de março de 2020, sob custódia do SEF, o cidadão ucraniano Ihor Homeniuk.

A insistência do DN devia-se ao facto de em julho, após a condenação de três inspetores do SEF por ofensas à integridade física grave na pessoa de Ihor, qualificadas e agravadas pelo resultado morte, o Ministério Público ter anunciado a sua intenção de instaurar procedimento criminal contra quatro funcionários da Prestibel por omissão de auxílio e, a dois deles, por ofensas à integridade físicas graves (por admitirem que manietaram Ihor com fita adesiva), e de em agosto se ter sabido que vários seguranças da empresa eram já arguidos num outro processo também relacionado com Ihor.

A novidade foi dada ao DN pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras em agosto, depois de o jornal ter mais uma vez questionado esta polícia sobre a manutenção de contratos com a empresa de segurança cujos funcionários geriam o centro de detenção do aeroporto de Lisboa onde morreu, a 12 de março de 2020, sob custódia do SEF, o cidadão ucraniano Ihor Homeniuk.

A insistência do DN devia-se ao facto de em julho, após a condenação de três inspetores do SEF por ofensas à integridade física grave na pessoa de Ihor, qualificadas e agravadas pelo resultado morte, o Ministério Público ter anunciado a sua intenção de instaurar procedimento criminal contra quatro funcionários da Prestibel por omissão de auxílio e, a dois deles, por ofensas à integridade físicas graves (por admitirem que manietaram Ihor com fita adesiva), e de em agosto se ter sabido que vários seguranças da empresa eram já arguidos num outro processo também relacionado com Ihor.